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Sexta-feira, Dezembro 04, 2009

O ABC dos Cristais - 4

5 Deixe um carinho


Ao chegarmos a este ponto de aprendizagem, podemos começar a correlacionar esta série com outros escritos sobre terapias holísticas que já fiz e irei continuar a fazer. Mas sobretudo, é altura de colocarmos a seguinte questão, (dado que é aos cristais que devemos este "abc"):

- Por que motivo as pedras/cristais têm um impacto sobre nós, seja ele positivo ou negativo?

Para entender isto, temos de abrir o espírito e assumir uma atitude holística.

E sabemos o que é Holística ou Holismo?

- Holística é um termo usado com o significado de totalidade, para dizer que os fenómenos do universo acontecem de modo simultâneo e interdependente. Usa-se holística como sinónimo de holismo para dizer, por exemplo, que no universo as unidades organizam-se na totalidade, conservando a sua interdependência.
A palavra holística, holismo, possui o prefixo grego "holo" que quer dizer: inteiro, completo, total, integral.
Portanto, gnose holística significa o conhecimento do todo, de um modo integral. A ciência gnóstica holística é expressa por uma pedagogia profunda, que busca a raiz, a causa dos acontecimentos; em oposição ao paradigma antropocêntrico do conhecimento, veiculado por intermédio da pedagogia convencional, que trata os fenómenos de maneira superficial, no efeito, sem se preocupar com a causa.



Hipócrates, em 430 a.C., no seu "Tratado dos Ares, das Águas e dos Locais" traça o caminho: "Que todo aquele que tenha a pretensão de aprender a arte de curar, tenha em conta as causas exteriores que actuam sobre o ser vivo, conjuntamente com as determinações constitucionais que ele traz consigo (o que hoje chamamos ADN). Deverá procurar definir a influência das estações do ano, a acção dos astros (estas noções são facilmente encontradas nas 5 estações da energética chinesa), informar-se sobre a qualidade das águas, estado dos solos..."

Na realidade isto é tudo o que interessa à radiestesia e à geobiologia!
Em suma: para agir correctamente no local certo, é preciso conhecer de antemão o Homem em todos os seus componentes e ter em consideração o lugar que ocupa no universo.

Ao tentar relacionar suas especulações e ideias com suas mais profundas aspirações e mais íntimas questões relativas à sua existência, o Homem defronta-se com o Infinito que observa pelo céu afora. O Homem contemplativo sempre se sentiu profundamente atraído a buscar uma fonte de contínua inspiração e de prazer estético, erguendo os olhos para o céu estrelado. Não obstante, encontra real sabedoria ao descobrir correlacções terrenas no esquema da Natureza e do Homem.



Os eventos que cercavam o homem primitivo devem ter-lhe proporcionado os estímulos para as suas primeiras especulações e investigações sobre a verdadeira natureza e o significado de todas as coisas do seu ambiente. Com suas primeiras indagações, começou o Homem a desejar Conhecimento. Observou, reflectiu, e claramente percebeu, mediante profundos “insights”, os processos da Criação: o desenvolvimento da Natureza, do Homem e do Universo.

Quando a máquina humana está em movimento, é necessário captar as energias bioradiantes de TODOS os elementos que constituem o universo, seja então:

- Reinos vegetal e animal, cuja matéria alimenta o corpo físico e os sabores e essências alimentam o corpo etéreo.

- A água que absorve (energias Yin, polaridade negativa)

- O ar que respira (energias Yang, polaridade positiva)

As duas polaridades (+ e -) formam o supercarburante que permite manter o veículo físico e psíquico e viver, mas para respeitar a regra do Três, precisamos de um componente suplementar para a vida. É a energia ancestral composta pelas forças de hereditariedade, da alma, do prana, componente do corpo etérico da Terra. Quando ela se esgota, morremos.
Assim, é necessário aprender a preservá-la e somente o conhecimento nos permite fazê-lo, e até mesmo economizá-la, dado que não é renovável como as outras duas.

Prossegue em próxima postagem.
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Quinta-feira, Dezembro 03, 2009

Templários V

11 Deixe um carinho
... Estudos sobre a Bíblia puseram rapidamente em evidência para estes cavaleiros de espírito simples e mente sã, que o ensinamento de jesus e o pretenso Antigo Testamento além de serem contraditórios, não tinham nada a ver um com o outro.



Poucos anos antes da formalização da Ordem, os nove cavaleiros já detinham o que se pode chamar este "segredo", que se prendia ao facto de quererem conhecer a verdade sobre Cristo e os seus verdadeiros ensinamentos.

São Bernardo (de Claraval), à época já um profundo conhecedor e herdeiro dos mistérios druídicos através dos visigodos e beneditinos, que os transmitiram a Cister, era ainda um génio político E assumido protector dos Templários, fez-lhes compreender que seria prudente não expressar abertamente esse tipo de pensamento, dado que poderia ser prejudicial para a execução da missão a que estavam votados.

A partir dessa altura, a milícia foi-se dedicando às missões militares e o "segredo" acabou por ficar apenas na memória de alguns irmãos provençais. Os imperativos práticos no oriente deixavam pouco tempo para tentarem saber mais sobre o assunto. O caso é que o estreito contacto entre eles e o Islão acabou por avivar essa memória e novo fôlego surgiu no sentido dos estudos a respeito de Jesus. Algumas cartas (atribuídas a Abu Ibn Thalib) caíram nas mãos de um sector Templário no decorrer de um ataque a Damasco, cartas essas nas quais se fazia referência a uma falsificação posterior do Corão a que o autor comparava ao que já havia sido feito antes aos evangelhos cristãos.
Esses documentos chegaram à Provença e imediatamente recomeçou a investigação dos evangelhos.



Foi assim que tudo se precipitou, um outro documento surgiu na comenda provençal, transmitido por círculos marcionistas (de Marcião, principal instigador de um movimento crístico entre 90 e 130 d.C., que chegou a conhecer o discípulo João, o "amado". Marcião ensinava que Jesus era realmente filho de Deus, mas que o deus de nome Yahvé, hebraico, não apenas não era Deus, a força criadora, como era satã em "pessoa". Ensinava ainda o mesmo que Platão dizia: "Sois deuses, mas vos haveis esquecido", cada pessoa é Deus em si mesma, mas potenciar esse estado só dependia da vontade de cada um, sendo desnecessários templos e organizações), mas fugi ao tema, ora o conteúdo desse documento mais não era do que um fragmento original de S. João, escrito em 94 d.C. pelo neoplatónico Marcião.

Este conhecimento levou mais tarde a que os Templários se tenham recusado (entre outras recusas) a fazer parte da cruzada contra os Cátaros (ver postagem sobre eles, neste blog).

Anos após, nas ruínas de Cartago, outros dois cavaleiros encontraram um esconderijo dos adeptos de Marcião, onde descobriram fragmentos de escritos de João e Mateus e um antigo texto cartaginês que continha um "Credo" e um texto sobre a criação do mundo, junto a uma tradução em grego.

De nome "Ilu Aschera", nesse conjunto de escritos foram finalmente reconhecidos os verdadeiros ensinamentos de Jesus, o Cristo.

Continua em próxima postagem...
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Sábado, Novembro 28, 2009

Fitoterapia - Plantas de A a Z (Abeto Branco)

6 Deixe um carinho
De nome técnico Albies alba Miller, Abies pectinata (pinheiro alvar ou abeto pectinado) é uma árvore magnífica das regiões montanhosas da Europa Central - Meridional e nos Pirenéus, na região do Canadá (América do Norte) existem algumas espécies similares e com as mesmas propriedades.



Para conhecer melhor esta espécie, diremos que é uma árvore hermafrodita, da família das pináceas, tronco aprumado e mede entre 20 a 50 metros de altura.
Tem a casca lisa, acinzentada e curiosamente produz flores "masculinas" e "femininas". Dá pinhas de cerca de 5 cm de grossura que, quando maduras, libertam pinhões e escamas.

Na Primavera, a resina acumula-se debaixo da casca e dos gomos, é um óleo com cheiro a limão e sabor amargo.
Por destilação da resina, obtém-se a essência de terebentina, pró-vitamina A e tanino.

Quanto às indicações terapêuticas do Abeto Branco, a terebentina está indicada para afecções das vias respiratórias, pneumonia, asma, bronquite, traqueíte e sinusite. Possui acção balsâmica, expectorante e anti-séptica.

Ainda alivia dores reumáticas, tem acção diurética, previne o aparecimento de areias e cálculos renais.
Como anti-séptico, funciona a nível urinário com especial eficácia, sendo benéfico nas cistites.
Usa-se também no tratamento de feridas, úlceras cutâneas, varizes e frieiras.



Tem uma contra-indicação em caso de uso excessivo interno ou externo. Pode produzir irritação do sistema nervoso central.

COMO USAR

Uso Interno:

INFUSÃO - 3 colheres de gomos para um litro de água a ferver. Deixe repousar por 10 min. e tome 1 chávena 3 X/dia.

GOTAS - Essência de terebentina, tomam-se entre 3 a 5 gotas também 3 X/dia (Não exceder esta dosagem).

Uso Externo:

BANHOS: Juntam-se algumas gotas na água do banho (imersão) e isso alivia dores reumáticas.

Os BANHOS DE VAPOR (inalações)estão indicados para asma.

Segue-se a ABÓBORA.
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Quinta-feira, Novembro 26, 2009

Carta de Aemelia (Uma Linda História) - Cont. 6

3 Deixe um carinho


Fala Aemelia:

"Maria escreveu:

- Saudações à comunidade em Antioquia, da vossa irmã, o beijo da Paz.
Por favor, recebam no vosso seio este fiel servidor que envio, Andreas, que vos leva esta carta.
Abençoadas as palavras do Justo quando disse: "Eu sou o primeiro e o último, o honrado e o escarnecido. E estou convosco para sempre."
Não esqueçam as palavras de Salomão que disse que a morte dos justos é apenas uma ilusão, pois eles alcançarão a vida eterna se acreditarem. O poder de Deus salva todos os que têm fé. O homem íntegro descobre a vida através da fé. A morte é uma ilusão.
A libertação da morte vem da paz e a paz vem do perdão.
Maria (A Madalena)"

Fiz cópias da carta e dei-as aos meus amigos na Índia.
Quando pensava que jamais encontraria o Justo, comecei novamente a ouvir rumores de que ele estava vivo e a pregar a sua mensagem, mas agora as histórias eram contraditórias pois continuavam a afirmar que ele estava no Oriente longínquo... ora perguntava-me se haveria oriente mais longínquo que a Índia...

Na sua sede de conhecimento, Severus visitou uma comunidade de mercadores da remota China. Eles convidaram-nos para as suas casas e partilharam o seu chá e as histórias dos seus deuses.
No lar de uma família, vi um relicário do deus Yu, que, segundo eles me disseram, nasceu de uma mãe virgem no dealbar dos tempos.
Ela chamava-se Shing-Mon e foi fecundada por um deus superior conhecido como o Pai das Misericórdias.
Disseram que o nascimento de Yu foi anunciado por uma estrela nova nos céus.

Outro grupo de mercadores chineses estava ansioso por nos falar do homem santo que seguiam, e partilharam a história da sua vida, que, tal como Tammuz e Mitra e Krishna (e conforme viria a saber mais tarde, Prometeu, Zeus, Hércules, Platão...)teve o seu nascimento acompanhado por homens sábios e anjos, viajou pela terra com doze discípulos e pregou que deveríamos respeitar os outros como queremos que nos respeitem a nós.
O nome desse homem santo era Confúcio e os seus seguidores são também muitos.

Em todas as casas onde entrei perguntei "O Justo esteve na China?"... Mas eles não tinham ouvido falar dele.

Ah Sabina, no meu zelo para encontrar o Justo, viajei como um cego! Olhei, mas nunca vi.
Já te disse que foi ali, no Vale do Indo, que recebi a terceira das sete verdades imutáveis. E assim é, mas na altura não compreendi, e nem vós, minhas irmãs, se tivesse contado logo.
E esta verdade, urge conhecer:

- Não há morte!

Como o Justo nos ensinou, como o pregador de Antioquia nos disse, não há morte!
Como posso eu saber disto? perguntarás...
É por isto, Sabina:

Existe a Fonte, a partir da qual fomos criados. A Fonte é divina.
Consequentemente nós somos divinos, e sendo divinos, somos eternos.
Deste modo todos regressamos para a Fonte, e assim, nunca morremos.

Disse-te que tinha provas do que digo, mas divulgá-las-ei no momento certo. Por agora, mantém estas três Verdades no coração:
- Que não estamos sós;
- Que somos divinos;
- Que somos eternos.

Pois segue-se uma quarta Verdade que podem usar, queridas Sabina e Perpétua, como instrumento para guiar e dar poder às vossas vidas..."

Continua em outra postagem
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